O PROCON (Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor) implantado desde ano passado em São Miguel do Iguaçu está ajudando várias pessoas na resolução de conflitos que ocorrem nas relações entre o consumidor e o fornecedor.

O órgão atende reclamações que vão desde uma mercadoria defeituosa até o recebimento de cobranças indevidas. Também orienta os consumidores e esclarecem dúvidas a fim de evitar danos ao cidadão.

A coordenadora municipal, Sonia Souza de Freitas, relata que hoje o Procon, além de atender a população são-miguelense, atende também as solicitações das cidades vizinhas como: Itaipulândia, Santa Terezinha de Itaipu  e Missal.

De acordo com Sonia, a maior exigência do consumidor ainda é a qualidade dos serviços dos fornecedores. “Por exemplo, a explicação de como utilizar o produto adquirido de forma correta, cabe ao fornecedor orientar seus colaboradores. Como tratar bem seus clientes e, os consumidores, como utilizar certo o produto. Pois a maioria de quem procura o Procon é porque já foram acusados de mal uso do produto”, relata a coordenadora.

As principais reclamações registradas no Procon são relacionadas à agências bancárias, telefonia móvel, internet, TV a cabo, lojas e produtos. Por isso, o consumidor deve ficar atento ao Código de Defesa ao Consumidor.

Art. 6 – São direitos básicos do consumidor

Art. 18 – Produtos com vício de qualidade

Art.31 – Utilizar na cobrança indevida de ameaças, coação, constrangimento físico ou moral, afirmações falsas

Art. 35 – Descumprimento da oferta (Propaganda enganosa)

Art. 39 – Práticas abusivas

Art. 42 – Cobranças indevida (Restituição em dobro)

A coordenadora do Procon afirma que os fornecedores estão dando retorno imediato às solicitações. “As empresas têm correspondido à altura e também compreendido a importância deste serviço, o que acaba contribuindo para o sucesso do próprio negócio com a melhoria na qualidade das vendas e dos produtos”.

É importante que todas as lojas tenham o Código de Defesa ao Consumidor, preços nos produtos e verifiquem a validade dos alimentos. “Se acaso o consumidor for mal atendido, sofrer um ato que torna uma prática abusiva ou qualquer coisa que ele vê e não está de acordo com a realidade, ele deve nos procurar para efetuar a denúncia”, conta Sonia.

As reclamações podem ser feitas pessoalmente, no primeiro piso da Sede da Prefeitura, ou pelos números 151 para ligações gratuitas e no 3565-8138.

 

 


ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO


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