O município de São Miguel do Iguaçu está deixando de ser apenas uma cidade próxima a Foz do Iguaçu para ser destaque na região oeste do Paraná. Além da evidente melhoria no atendimento da saúde pública e da total reestruturação no transporte escolar, o desenvolvimento do município começa a despontar também no aspecto habitacional.

 

Desde janeiro, foram protocoladas na prefeitura mais de 450 consultas prévias para construção civil. Após o projeto da edificação ser avaliado pelo Departamento de Projetos o requerente recebe a liberação para iniciar a obra. Quando finalizada, técnicos da divisão vistoriam a construção e posteriormente é emitido o habite-se, documento que atesta a conclusão e aprovação para o edifício ocupado.

 

Em seu primeiro ano de mandato a atual administração registrou recorde no número de concessão de alvarás de construção, seja para unidades habitacionais ou prédios comerciais. Ao todo, em 2013 foram concedidas 340 alvarás de construção.

 

O número é bastante significativo se comparado aos cinco últimos anos, conforme dados da Secretaria de Planejamento:

 

Ano Número de licenças concedidas
2013 340
2012 254
2011 169
2010 149
2009 110

 

Somente na tarde da última sexta-feira (06) o prefeito Claudio Dutra assinou 51 alvarás de construção. Entre elas está o alvará da nova Unidade Básica de Saúde do Bairro Novo Mundo, que atenderá a demanda dos bairros Renascer, Bela Vista e Jardim Cataratas I e II. A obra iniciou no dia exato da assinatura.

 

Dos 340 alvarás de construção assinados este ano, 110 foram possíveis por meio de programas e entidades de habitação social, como a Amasmi – Associação de Moradores de Aluguel de São Miguel do Iguaçu. As demais estão incluídas no convênio com o Governo Federal, programa ‘Minha Casa Minha Vida’, e particulares.

Para o prefeito, os números comprovam a fase de crescimento que o município protagoniza. “Tudo isso representa a boa parceria com os governos estadual e federal, por meio de convênios. Quem precisa se mudar para São Miguel do Iguaçu não estava mais encontrando casa para alugar, teria que rodar muito para encontrar um lugar para morar. Estamos muito contentes em ver que São Miguel voltou a crescer e está no caminho certo”, comenta Claudio Dutra.

 

O déficit habitacional do município, conforme o último levantamento realizado no município em 2007, é de 582 moradias. Os dados são do IPARDES – Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social.

 

A dona de casa Maria Amaral Roglin há mais de 30 anos abriga sua família em uma casa alugada. No último dia 29 ela recebeu o contrato de construção da casa própria e conta que teve o sonho realizado. “Graças a Deus não vou mais precisar pagar aluguel. Agora vou poder abrigar meu marido e meus netos na nossa casa. Agradeço todo apoio da prefeitura e, para aqueles que estão na fila de espera para receberem uma casa própria, meu recado é para não desistir. Sonhamos para um dia poder realizar”, relata a são-miguelense.

 

O desenvolvimento habitacional do município também está representado no número de loteamentos que surgiram nos arredores da cidade. Foram 11 novos loteamentos nos últimos cinco anos. “Quem circula pela nossa cidade percebe que existem inúmeras obras em andamento no nosso município, tanto casas como prédios comerciais”, lembra Vanilda Scheffer Justo, Secretária de Planejamento.

 

No interior, 11 casas já foram entregues neste ano e outras 18 estão sendo iniciadas pelas famílias contempladas.

 

O impulso à política de habitação também foi reforçado com a intensificação das vistorias a edifícios. Somente neste ano foram emitidas 215 concessões de habite-se. O número de liberações mais que dobrou desde 2011, quando foram autorizados apenas 101 atestados de ocupação.

 

Segundo o fiscal Targus Augusto Lordani, a fiscalização é benéfica não somente ao município que garante a segurança da edificação e dos moradores como também aos profissionais da construção civil. “Ao tempo em que vistoriamos a obra para atestar a segurança do local aproveitamos para orientar os pedreiros e trabalhadores autônomos sobre a importância de saírem da informalidade e se regularem junto à Sala do Empreendedor. Muitas vezes eles nem sabem que podem se tornar um microempreendedor”, explica Lordani. Desde que foi instituída, mais de 20 profissionais da construção civil regularizaram-se na Sala do Empreendedor.

 

“Enquanto o município cresce para todos os lados, nossa população também melhora em todos os aspectos, seja na saúde, na educação e na qualidade de vida. Quando uma casa é construída, geramos emprego e renda para nossos trabalhadores, além de mais uma família deixa de pagar aluguel. Isso é muito gratificante”, finaliza o prefeito.

 

 

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO


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