Ao iniciar o mês de agosto, mês destinado ao folclore, os professores da Educação de Jovens e Adultos – EJA propuseram-se a trabalhar o tema com os alunos, a fim de resgatar os costumes que já fizeram e ainda fazem parte da vida de cada um, mesmo sem saber que é folclore.

 

Durante as aulas, ministradas pelas professoras Eliane Xavier Maria, José Araldi e Amair Lordani e coordenadas por Lucia Amaral Salvador, foram trabalhados leituras de lendas, versos, parlendas, ditos populares, receitas típicas, entre outros.

 

Segundo a coordenadora Lucia, “ao estudar as lendas, por exemplo, cada aluno contou alguns “causos” e ainda a turma se questionou para saber quem acredita ou não nessas lendas. A do lobisomem foi a história que os alunos mais dizem acreditar”, comentou.

 

Outro assunto muito interessante e prazeroso foi o resgate das brincadeiras infantis de suas épocas. Apesar de um grupo de alunos declararem que não brincavam de nada, teve outros que recordaram com alegria de suas brincadeiras de criança, e dali surgiram histórias maravilhosas.

 

“O grupo de alunos que não brincou, atribuiu esse fato ao início do trabalho muito cedo, fato esse que também os impossibilitou de estudar quando criança”, justificou Lucia.

 

Para fechar com chave de ouro, no encerramento não poderia faltar a degustação de pratos típicos que fazem parte do folclore brasileiro. O cardápio foi bem diversificado com quitutes feitos pelos próprios alunos. Mas antes de preparar a comilança, a turma pesquisou a origem de cada prato preparado.

 

Além disso, durante a noite de encerramento houve apresentações, introdução à história do folclore, alunos leram algumas lendas, ditos populares, trava-língua, versos, superstições, houve também uma roda de prosa e a turma da alfabetização resgatou as cantigas de roda, realizando brincadeiras.

 

“Foi um encerramento delicioso, acima de tudo com uma diversidade de sabores, assim como é o folclore no Brasil. Todos os alunos interagiram com o conteúdo de forma simples e espontânea. Houve aprendizado, pois foi realizado com experimento”, finalizou a coordenadora.


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