A Vigilância Epidemiológica da secretaria municipal de Saúde de São Miguel do Iguaçu recolheu, depois do dia de Finados, 16 sacos de 100 litros de material plástico nos dois cemitérios do município. São materiais que estavam em volta dos vasos de flores depositados nos túmulos dos entes queridos. Esses vasos, geralmente, vêm envoltos por plásticos para enfeitá-los e, ao ar livre, acumulam água e se tornam locais de criação do mosquito da dengue.

A equipe da Vigilância retirou todos esses materiais dos vasos e recomenda aos familiares para que, quando levá-los aos cemitérios, retirem os plásticos ao redor e furem o fundo do vaso para que não acumule água. Também se orienta para que os vasos fixos nos túmulos sejam preenchidos com areia até a borda e se evite água nesses locais.

Os dois cemitérios da cidade têm lixeiras espalhadas pelos corredores para que as pessoas depositem o lixo.

O período é propício para a proliferação do mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, e todo cuidado deve ser tomado para a prevenção. Segundo a Vigilância, de agosto para cá foram registrados muitos focos do mosquito, principalmente na cidade. Há mais de 250 caixas de água da chuva espalhadas por São Miguel do Iguaçu, a maioria com focos do mosquito.

A equipe da Vigilância está visitando essas residências e tratando com larvicida esses locais, além de orientar os moradores para vedar a tampa das caixas e colocar tela nas aberturas.

Felizmente nenhum caso de dengue foi confirmado nos casos suspeitos, nesse período. “Devemos continuar em alerta”, destaca Augusto Mondardo, coordenador de Endemias, da secretaria de Saúde.

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO, IMPRENSA E MÍDIA SOCIAL

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