O portal marca o território onde residem os remanescentes do quilombo. O portal e a cerca foram construídos por meio de parceria entre o município de São Miguel do Iguaçu, programa Cultivando Água Boa da Itaipu Binacional, Aprosmi, Rotary Internacional, Cresol, Eletrosul, Câmara de Vereadores, Emater e o Instituto Biolabore.

 

Na oportunidade, o prefeito Claudio Dutra enfatizou a importância da cidade ter uma comunidade bem atendida pelos serviços e programas da administração, em especial a saúde. Ele lembrou que São Miguel tem reconhecimento nacional por ser um dos poucos municípios onde há uma comunidade de remanescentes do quilombo e uma aldeia que abriga indígenas da tribo Avá Guarani.

 

Nelton Miguel Friedrich, diretor de coordenação de Itaipu, falou dos trabalhos que a Itaipu vem desenvolvendo com a comunidade Apepu.
Estiveram presentes no ato inaugural, o presidente da Câmara de Vereadores Edson Ferreira, autoridades locais, moradores da comunidade e representantes dos projetos parcerios.

 

Comunidade Negra APEPU.

 

O nome APEPU faz referência a um tipo de laranja abundante na região. A comunidade esta localizada na área rural do município de São Miguel do Iguaçu, ao lado do Parque Nacional do Iguaçu. Como remanescentes do quilombo, a comunidade mantém a tradições como cultivo de plantas medicinais, artesanato, folclore e agricultura familiar. A comunidade hoje é formada por quatro famílias, cerca de 40 pessoas, que habitam em uma área com aproximadamente três alqueires onde vivem da agricultura de subsistência partilhada em pequenas roças de milho, mandioca e hortaliças.


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